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  • Plano Pastoral 2016 2017

     

  • DMPobres17

    Oração da Igreja pela Vida Consagrada

    Ano da Vida Consagrada

    Vem, Espírito Criador, com a graça multiforme,
    iluminar, vivificar e santificar a tua Igreja!

    Unida no louvor, ela Te agradece
    o dom da Vida Consagrada, concedido e confirmado
    na novidade dos carismas ao longo dos séculos.
    Guiados pela tua luz e radicados no batismo,
    homens e mulheres, atentos aos teus sinais na história,
    enriqueceram a Igreja,
    vivendo o Evangelho no seguimento de Cristo
    casto e pobre, obediente, orante e missionário.

    Vem, Espírito Santo, amor eterno do Pai e do Filho!

    Pedimos-Te que conserves na fidelidade
    todos os consagrados;
    que eles vivam o primado de Deus nas realidades humanas,
    a comunhão e o serviço entre as pessoas,
    a santidade no espírito das bem-aventuranças.

    Vem, Espírito Paráclito, amparo e consolação do teu povo!

    Infunde nos consagrados a bem-aventurança dos pobres
    para que caminhem na senda do Reino.
    Dá-lhes um coração consolador
    para que enxuguem as lágrimas dos últimos.
    Ensina-lhes a força da mansidão
    para que neles brilhe a Senhoria de Cristo.
    Acende neles a profecia evangélica
    para que abram caminhos de solidariedade
    e saciem expectativas de justiça.
    Derrama nos seus corações a tua misericórdia
    para que sejam ministros de perdão e de ternura.
    Reveste a sua vida com a tua paz
    para que, nas encruzilhadas do mundo,
    possam falar da bem-aventurança dos filhos de Deus.
    Fortifica os seus corações nas adversidades e tribulações;
    que eles se alegrem com a esperança do Reino futuro.
    Associa à vitória do Cordeiro os que, por amor de Cristo
    e do Evangelho, estão marcados com o selo do martírio.

    Possa a Igreja, nestes seus filhos e filhas,
    descobrir a pureza do Evangelho
    e a alegria do anúncio que salva.
    Maria, primeira discípula e missionária,
    Virgem que Se fez Igreja,
    interceda por nós.

    Ámen.
    (Papa Francisco)

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    Leituras do dia

    • Sabado, dia 25 de Novembro de 2017 : Livro de 1º Macabeus 6,1-13.
      Naqueles dias, o rei Antíoco atravessava as altas províncias do seu reino, quando ouviu falar em Elimaida, cidade da Pérsia, notável pela suas riquezas, pela sua prata e pelo seu ouro. O templo que nela havia era muito rico e lá se encontravam armaduras de ouro, couraças e armas, que Alexandre, filho de Filipe da Macedónia, o primeiro a reinar sobre os gregos, nele tinha deixado. Antíoco dirigiu-se para lá e tentou apoderar-se da cidade para a saquear. Mas não conseguiu, porque os habitantes da cidade tomaram conhecimento da notícia e opuseram-se-lhe à mão armada. Obrigado a fugir, retirou-se dali com enorme desgosto e regressou a Babilónia. Estava ainda na Pérsia, quando lhe vieram anunciar que os exércitos enviados contra a terra de Judá haviam sido destroçados; que Lísias avançara com um poderoso exército, mas tinha sido posto em fuga pelos judeus, os quais se tinham fortalecido com as armas, o equipamento e os consideráveis despojos tomados aos exércitos vencidos. Além disso, tinham demolido a abominação que ele, Antíoco, mandara contruir sobre o altar de Jerusalém. Tinham rodeado de muralhas o santuário, como antigamente, e ainda Betsur, uma das cidades do rei. Ao ouvir estas notícias, o rei ficou perturbado e abatido. Caiu de cama e adoeceu de tristeza, porque os projetos não lhe tinham corrido como desejava. Ficou assim muitos dias, constantemente acabrunhado por intenso desgosto, e convenceu-se de que ia morrer. Então mandou chamar todos os amigos e disse-lhes: «O sono afastou-se dos meus olhos e o meu coração está abatido pela inquietação. Disse comigo mesmo: A que estado de angústia cheguei, em que forte agitação agora me encontro, eu que era feliz e estimado quando era poderoso! Mas agora me lembro do mal que fiz a Jerusalém, quando me apoderei de todos os objetos de prata e ouro que lá se encontravam e mandei exterminar sem motivo os habitantes de Judá. Reconheço que por causa disto me aconteceram estas desgraças e vou morrer de profunda angústia em terra estrangeira».
    • Sabado, dia 25 de Novembro de 2017 : Livro de Salmos 9(9A),2-3.4.6.16b.19.
      De todo o coração, Senhor, Vos quero louvar e contar todas as vossas maravilhas. Quero alegrar-me e exultar em Vós, quero cantar o vosso nome, ó Altíssimo. Quando batiam em retirada os meus inimigos, vacilavam e pereciam diante de Vós. Ameaçastes os pagãos, destruístes os ímpios, apagastes o seu nome para sempre. Afundaram-se os pagãos no fosso que abriram, ficaram presos os seus pés na armadilha que prepararam. Mas o pobre jamais será esquecido, não será iludida a esperança dos humildes.
    • Sabado, dia 25 de Novembro de 2017 :
    • Sabado, dia 25 de Novembro de 2017 : Evangelho segundo S. Lucas 20,27-40.
      Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus alguns saduceus – que negam a ressurreição – e fizeram-lhe a seguinte pergunta: «Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se morrer a alguém um irmão, que deixe mulher, mas sem filhos, esse homem deve casar com a viúva, para dar descendência a seu irmão’. Ora havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem filhos. O segundo e depois o terceiro desposaram a viúva; e o mesmo sucedeu aos sete, que morreram e não deixaram filhos. Por fim, morreu também a mulher. De qual destes será ela esposa na ressurreição, uma vez que os sete a tiveram por mulher?». Disse-lhes Jesus: «Os filhos deste mundo casam-se e dão-se em casamento. Mas aqueles que forem dignos de tomar parte na vida futura e na ressurreição dos mortos, nem se casam nem se dão em casamento. Na verdade, já não podem morrer, pois são como os Anjos, e, porque nasceram da ressurreição, são filhos de Deus. E que os mortos ressuscitam, até Moisés o deu a entender no episódio da sarça ardente, quando chama ao Senhor ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’. Não é um Deus de mortos, mas de vivos, porque para Ele todos estão vivos». Então alguns escribas tomaram a palavra e disseram: «Falaste bem, Mestre». E ninguém mais se atrevia a fazer-Lhe qualquer pergunta.